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março 18, 2018

O meu verdadeiro corpo

CORPO OU CORPUS
Este corpo que habita em mim escondido
Pede-me para ser revelado.

É um corpo que salta, corre, foge, mergulha, encolhe, estica, sobe, desce, caminha, para, escorrega, tropeça, cai,

É um corpo que se deita, se espreguiça, se levanta, se equilibra, se pinta, se suja, se lava e se dilui!

É um corpo que emite odores, sons e luz!

Um corpo interativo, cibernauta e cosmonauta.

É o meu corpo a tomar a forma,
A tal,
A ideal,
A perfeita,
A imaterial,
A imortal!

Corpus!

NOTA REFLEXIVA:
Possuímos um corpo e manifestamo-nos com ele. Tentamos voar até aos lugares mais remotos, pirâmides do Egito, Patagónia e Alasca, procuramos entender o que nos rodeia.

Mas o nosso corpo é alta tecnologia. Com ele e através dele temos acesso ao Universo.

Esta estátua, acompanha-me desde 1984, quando o meu corpo biológico fez 20 anos, portanto há mais de 30.

junho 20, 2017

Peixes doutores ou ictioterapia na Praia Fluvial da Meimoa - Penamacor -...



Praia Fluvial da Meimoa com ictioterapia ou peixes doutores selvagens.
Espécies prováveis: bogas, bordalos ou trutas.
Base de dados da ictiofauna dos rios e barragens em Portugal. http://www.cartapiscicola.org/dgf/spe... 


Praia Fluvial da Meimoa, junto à Ponte Romana.








abril 24, 2017

Eutanásia em animais - a gata Mariana


Mariana e Maria no dia 4 dezembro 2016

- A Mariana teve de sofrer uma processo de Eutanásia (30€) e foi cremada (20€) no dia 22 de abril de 2017. A gata era branca, meiga e surda. Ganhou uma ferida na orelha direita no verão de 2016 que para além de sangrar foi alastrando até esse lado ficar muito inchado a libertar linfa.
- A gatinha viveu cerca de 12 anos e tinha nascido na Quinta do Vale da Pedra. A mãe era branca e tinha um olho de cada cor.  Ela miava muito alto quando queria entrar ou sair de casa, beber leite ou comer. Nunca fazia as suas necessidades em casa. Era muito limpinha e respeitadora do espaço dos outros. Quando lhe fazíamos festas no dorso ronronava muito alto. A sua companheira para dormir era a Lobisca. As outras gatas quase nunca se ouvem e quando querem entrar ou sair de casa arranham na porta.

 -A gata Maria que está a comer abaixo da Mariana tem a mesma idade que a Mariana mas nasceu em Vale de Espinho. Ambas foram criadas com leite por uma seringa. A Ema, a Juliana e o Vicente davam-lhe leitinho. O Vicente e o Jacó nas suas aventuras pela Quinta é que descobriram que a gatinha tinha sido abandonada pela mãe.

fevereiro 14, 2017

Encontros à Volta do Rodrigo Serrão

Há dias assim.
Girar às Voltas!
Tudo aconteceu quando foi anunciado que a música de Rodrigo Serrão iria ser propagada a partir do Centro Cultural do Cartaxo no dia 11 de fevereiro de 2017, pelas 21:30.
A teia foi-se formando e hoje revelou-se.


dezembro 26, 2016

17 de dezembro 2016 aconteceu no Cartaxo


No Museu do Vinho do Cartaxo decorreu no dia 17 de dezembro 2016 o lançamento 1º livro de Teresa Ribeiro Lúzio "Bola de Luz Dourada".
Na mesa estiveram presentes a professora Cândida Côxo, a autora Teresa Ribeiro Luzio e o gráfico Paulo Rocha responsável pela capa, a paginação do livro e toda a logística editorial.

14 de agosto 2016 aconteceu em Vale de Espinho

Lançamento do livro

"Visages de l'Émigration Portugaise" de Joaquim Tenreira Martins



Numa sala da antiga escola primária de Vale de Espinho, o antigo lado feminino, decorreu no dia 14 de agosto de 2016 o lançamento do 3º livro de Joaquim Tenreira Martins "Visages de l'Émigration Portugaise".

agosto 23, 2016

A Evolução do Campanário de Vale de Espinho


A Evolução do Campanário em 3 atos
 Vale de Espinho
 Antes, Durante e Depois de 7 de agosto de 2016

janeiro 18, 2016

Passagem do ano de 2016

Na praia, no mar, no oceano lavei toda a sombra!
No meio da floresta das Virtudes, longe da TV e da euforia louca de louco.
Comunguei com o novo ano!

dezembro 25, 2015

No Paris

Tudo começou com a visão no Paris.
As viagens continuaram com aviões, hidroaviões, pássaros e a Maria a bordo.
Do outro lado, tudo estava sereno, calmo e silencioso!
Um dia de Natal onde não foi possível encontrar um hipermercado aberto. Todos estavam no aconchego do bolo rei, perú e muitas outras iguarias.
Um almoço de natal no Paris!
A visão guiada pelo 78

novembro 20, 2015

O ser vivo


O ser perfeito.
O ser amoroso.
O ser apaixonado.
O ser prestável.
O ser viajado.
O ser condutor.
O ser andante.
O ser corredor.
O ser labirintico.
O ser admirado.
O ser concorrente.

março 11, 2015

O interior da Terra - alunos do 7º ano 2015



" Está a destruir o interior da Terra."

Apanhados do teste de avaliação de 2015 do 7º ano - Risco sísmico de Portugal

Carta referente ao risco sísmico de Portugal

Exercício: Indica a zona de Portugal onde construirias a tua casa. Justifica a tua opção.

APANHADOS:
"Junto ao estuário do Tejo porque é onde tem menor intensidade - VIII."
"Na intensidade VIII porque fica mais perto do mar."
 "Na zona VIII - porque "perto de espanha ta longe do mar."
 "Eu construiria a minha casa em Lisboa, numa zona em que o risco sísmico é de IX, porque é um local bonito e porque fica mais próximo do curso que eu quero fazer."
"Na zona VII - Porque tem mais população"
" Construía a casa a Sul de Portugal porque lá faz mais calor."
"Construía a minha casa aqui  porque é um espaço grande (junto ao grau VII, no Alentejo)"

junho 22, 2014

2ª Tertulia CC


Ametista, quartzo hialino e quartzo rosa.

Casa em evolução - Casal da Fonte


Do terreno, à garagem, à ampliação para casa, as mandalas de espiral 
mostram a evolução...


Da Floresta Negra, ao quente frio.

Um dia de procura de sentidos desconhecidos.

Peniche!


junho 08, 2014

Vale do Paraíso - 520 Colombo - Tordesilhas


 Conversas que nos fizeram viajar no passado, presente e deslumbrar o futuro.

Evento

A "Confraria de Nossa Senhora do Paraíso" em Vale do Paraíso, concelho da Azambuja, foi palco de uma conferência ibérica que visou assinalar os 520 anos do Tratado das Tordesilhas, realizada no sábado, 7 de junho, pelas 15 horas.

Participação de Prof. José Machado Pereira, responsável pela exposição da "Casa Colombo" em Vale do Paraíso, Maria Montserrat Léon Guerrero, professora de Ciências Sociais da Universidade de Valladolid, e Jésus Varela Marcos, catedrático da História Moderna da Universidade de Valladolid.
Em castelhano - Colon.

            Cartaz do evento

Casa Colombo 

Tratado de Tordesilhas 


Paulo Rocha, Teresa Luzio, Teresa Júnior, Milú, Leonel Simões, Prof. José Machado, ...
 Conversas que nos fizeram viajar no passado, presente e deslumbrar o futuro.

"Tenho de ter um filho para deixar de ser adolescente. Um filho faz crescer? Faz! Se faz!"
"Já fui secretária deste senhor, em Campo de Ourique."
"Para quando o livro da sua história de vida?"
"As discussões dinamizam as mentes e os factos"
"Grande inquietação: qual a diferença entre a Realidade e a Imaginação"
"Qual a utilidade da imaginação?"
"Estes encontros são energéticos e revitalizadores"
"Dou-vos a minha reflexão - a minha palavra escrita e falada."
"Andámos a viver uma mentira sobre um chão falso. Agora é que estamos a começar a construir bases sólidas"
"Não viemos cá ter filhos, marido, saber história... viemos evoluir como consciências. Agora o que é que isso significa ou altera em cada um, é que faz toda a diferença."


Eu e o Paulo entramos no café do Café do Coreto e os cafés ofertados foram. 
Por um músico!
                                                                    








maio 25, 2014

Tertúlia cultural - 1ª

Tertúlia cultural - 1ª - 24/05/2014  = energia 9

Eu, Teresa, Teresa j., Leonor, Milú, Catarina e São


O início



Fundamentos
Vamos conseguir!


Partilha entre mulheres


Cartão pessoal: 
Azul, (frontochacra e laringochacra); número 1 (afirmação) mensagem: Viver o presente!


Partilha de sabores - rissóis, croquetes, pasteis de bacalhau, tarte salgada, arroz de passas, salada, bolo de morangos, fruta, sangria e chá.
Histórias de vida - des/identificação com a história pessoal - experiencias
Docência - aprendizagem ao longo da vida na escola Terra
Cristais - corpo - energossoma
Números - sinais - interpretações
Crianças - índigo - diamante
Genealogia - conhecer os nossos antepassados - nós?
Conscienciologia - aumenta a capacidade de pensar sobre mais assuntos - autorreflexão
Segundo cérebro - umbilicochacra - neurónios do intestino
_____________________

HISTÓRIAS DE VIDA – AUTORREFLEXÕES[1]
Dar voz aos outros (que há em nós)[2]

A vida acontece!
Meu pai e todos os três homens que passaram pela minha vida, ora me ataram, ora me desararam. Sei agora que me devolveram as maturidades e as imaturidades. Tive que me libertar deles para descobrir que parte de mim era mesmo minha e não deles.
Na procura de respostas a grandes inquietudes, corri atrás do conhecimento. Escola de Waldorf, conscienciologia, índigos, eu superior e meditações. Ocorreram encontros de almas e muitos projetos se concretizaram.
Ao longo da minha vida fui sobretudo abrindo em mim, a possibilidade de ser e fazer. A capacidade de agir, de dar o exemplo.
Sou um exemplo vivo que é possível começar cá de baixo, ir caminhando e acabar por voar!
Agora mais leve que nunca, mais organizada que nunca, a produção acontece naturalmente e as sincronicidades são uma constante.
Neste momento, abro mais um espaço em mim para esta tertúlia cultural.
E termino dizendo: “Meditar é tão importante como o respirar!”

NOVE MESES
Desde os 18 anos que saí da casa dos meus pais. Fui estudar e acabei por ir estagiar no estrangeiro. Regressei aos 30 anos a Portugal e fiquei em casa dos pais. Tinha de fazer alguma coisa e sobretudo ser autossuficiente. Trabalhei durante nove meses, na cozinha de um restaurante, a descascar batatas. Uma gestação de tempo completo. Durante nove meses, com as mãos ocupadas e a mente liberta, tive tempo de organizar a mente e os acontecimentos da minha vida e também me obrigou a priorizar, ou seja, o que é mais importante fazer neste momento? Nove meses! A barriga estava enorme!
Nove meses e o filho ia nascer, mais dia, menos dia. Não seria o primeiro nem o último. Mas este ato de expor um novo ser à LUZ, seria sempre único. Findo o tempo, fui ter com o patrão e disse-lhe que me despedia porque ia ser professora e ele muito admirado perguntou: “Mas a criança necessita é de comer, não de conhecer!” Não lhe dei ouvidos e fomos para a terra da rainha.


DO MEDO AO CONHECIMENTO
A família, o marido e os meus filhos. Arcas de livros!
Mas neste momento quero mais. Aqui estou feliz.
Quem são vocês? Quero estar aqui. Estou a despertar.
Estou recetiva à mudança.
Quem sou eu? Quero descobrir-me. Quero conhecer.
Convosco vencerei medos sem fim. “Quantos são, quantos são?”

REDE
Eu sou uma teia familiar. A minha história de vida é cheia de peripécias, rebeldias, afirmações e contestações. Tudo me aconteceu. Tudo! Tudo, menos o conformismo, menos a submissão!
A vida mostrou-me que tudo é possível com a colaborações dos vários elementos da rede familiar e social. Os filhos que tive eram meus mas também da rede. Muito cedo vive a solidariedade. Muito cedo fui solidária. Sou um exemplo vivo do voluntariado. O exemplarismo!
A capacidade de cair e de me levantar logo de seguida, acompanha-me desde o berço.
Gosto de concretizar belos objetos e partilhá-los.
Venço todas as fragilidades, nem pareço um cristal.
Eu sou, a superação!

CRISTAIS
Houve um período da minha vida que eu posso resumir em meia dúzia de linhas. Na verdade só comecei a viver quando me separei do marido. Fiquei com duas crianças e regressei à casa dos pais. Estava desempregada. Estava prostrada. Curiosamente, neste período da minha vida, ocorreram profundas transformações. Tive a oportunidade de pensar em mim.
Pensei: “Já não tenho marido para escoar esta energia. Que faço com esta energia? Que faço comigo?” Tive que me virar para mim.
Descobri novos interesses. Surgiu a paixão pelas danças das sevilhanas, tirei o curso de numerologia, meditei, revitalizei a minha intuição sobre o conhecimento dos cristais e instalei-me na fidalguia.
Mas, … agora que estamos aqui na mesa, quero saber quem trouxe os alimentos. Quem fez os rissóis, a tarte, a salada, o arroz e o bolo? A fruta “sou eu”.
O lugar que me foi destinado na mesa, seria o último que eu escolheria. De costas para um espelho e para a porta?! Que significado terá este lugar? Será que eu tenho que superar alguma coisa? Mas que grande desafio!



O EU partilhado[3]
O nosso nome revela uma parte de nós. Um reflexo. Uma identidade.
O casamento, os filhos são importantes para ganharmos maturidade emocional e social. Não são a meta, são um meio para nos conhecermos, para evoluirmos.
A importância dos filhos como desafios para ganharmos maturidades e evoluirmos com eles e para chegarmos a eles.
Há um percurso que vai sendo feito de uma forma mais ou menos inconsciente: criança, jovem, adulta – na procura da nossa missão de vida.
O conhecimentos adquiridos pelos livros revela-se importante para o aumento do vocabulário e a evolução da consciência.
Viver o presente o mais consciente possível.
Temos de fazer uma boa gestão da ocupação do tempo.
É importante pensar no tipo de alimentos ingeridos.
Estamos sempre em aprendizagem e a possibilitar a evolução de conciexs que atraímos com o tipo de conversas.
Somos responsáveis por nós e pelas nossas companhias.

O EU em evolução[4]
- Cristais! Tenho de relacionar os minerais com as cores e a influência que eles têm em nós, nos nossos chacras, no nosso corpo energético.
- Assistência! É sempre possível fazer tarefas de esclarecimento (Tares) num grupo que está recetivo.
- Alimentos! Dão-nos energia. Que mais nos alimenta? “Nem só de pão vive o homem mas também de todo o verbo”



[1] Texto organizado em 3 partes: Dar voz aos outros (que há em nós); O EU partilhado: O EU em evolução.
[2][Que (i)maturidades reconheço nos outros que também poderão ser minhas?]
 Que assuntos ou acontecimentos foram partilhados pelos outros e que se revelaram importantes para mim?
[3] [Que consciência tenho das minhas maturidades/ imaturidades e do meu exemplarismo?]
 Que assuntos partilhei? Porque partilhei estes assuntos?
[4] [Estimular o poder de síntese e do questionamento. Procura de orientações na evolução e na Programação Existencial (Proexis)] Formular questões como: Em que fiquei a pensar? Que inquietações me surgiram? O que ressoou em mim? O que foi desperto em mim? Que mais me chamou a atenção? Que orientações me surgiram?